18 de mai de 2011

Mil e um amores.

Cabelos negros, olhos fortes, branco como a neve, monossilábico - assim como os outros que virão logo abaixo - magro, esguio e alto. Primeiro amor, não o único. Ainda bem! 
Cabelos cacheados com a tonalidade loura, óculos pequenos, carisma inconfundível e uma bala sabor melancia. A distância superou o afeto. 
Moreno, alto e exótico, inteligente e com futuro promissor, carente, também risonho. Primeiro namorado, não o único. Ainda bem! 
Sorriso engraçado, voz baixa, quase um piadista, cabelos bem aparados e olhos brilhantes. Grande paixão. Maior ainda a decepção. 
Alto, forte, engraçado. Dono de um abraço acolhedor e de um olhar marcante. Não suporto mentiras. Segundo namorado. Espero que não o último. 
Cabelos negros, olhos não tão fortes, mas uma semelhança incrível com meu primeiro amor. Acho que foi isso e ficou só no imaginário. 
Baixa estatura, pele pouco morena, óculos, um ônibus, uma prova. Ele a preferiu, tudo bem. 
Uma viagem, beleza e carisma encantadores, tímido à primeira vista, timidez essa que não esconde um sorriso resplandecente por muito tempo! Dono de inúmeras piadas, brincadeiras e carinhos. Um eterno amigo. 
Olhos azuis, cabelos claros, magro e alto. Amizade longa que se fez escassa por causa de alguns poucos quilômetros. Reencontro, música alta, uma lábia indescritível. Sentia muita saudade de início. É, admito que ainda sinto.
Melhor amigo e paixão platônica que se fez real por um ou dois meses, amor antigo, um jeito engraçado de falar e agir, espontâneo. Ainda amigos. 

Cabelos e olhos muito negros, talvez o sorriso mais bonito que eu já tenha visto. Um jeito meigo de conquistar. Erro meu tê-lo deixado. 
No fim, não me importa em números quantos foram, importa-me as lembranças que deixaram, as marcas e os sorrisos que me saem à boca quando recordados os inúmeros momentos bons que me proporcionaram. Têm todos um pedaço do meu coração e os carrego com cautela no que me sobrou aqui dentro do peito.

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